
O presidente Barack Obama aprova pessoalmente a lista de pessoas a
serem exterminadas pelos drones no Iêmen, Somália e Paquistão.
O Pentágono realizada a cada semana uma reunião por videoconferência
envolvendo os membros do Conselho de Segurança Nacional do país, onde
estudam a biografia de suspeitos de atos terroristas e definem quem deve
ser alvo de ataques, de acordo com o jornal norte-americano The New
York Times.Em seguida, dão a lista de Obama para aprovar assassinatos no Iêmen e na Somália, especialmente em áreas complicadas e perigosas no Paquistão.
Conselheiro de Segurança Nacional, Thomas Donilon disse que "ele (Obama) está determinado a decidir pessoalmente o quão grande e quão longe dessas operações vai durar."
O presidente dos EUA acredita que ele tem a responsabilidade total da posição dos EUA no mundo, acrescentou.
O jornal americano afirma que Obama é o primeiro americano a aproveitar este papel único a decidir sobre tais questões.
O assassinato de um cidadão dos EUA no Iêmen no ano passado por ordem pessoal de Obama, levou à preocupação de que o presidente dos EUA usou sua posição poderia tornar-se "juiz, júri e carrasco" a um americano.
O governo dos EUA usou drones no Afeganistão, Iraque, Líbia, Afeganistão e Paquistão, enquanto os civis são as principais vítimas desses ataques.
iranews.com.br
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