quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Seis médicas cubanas em Guaíba, Rio Grande do Sul 27/02/2014

Revolução cubana nos postos de saúde
qui, 27/02/2014 - 01:38


http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2014/02/revolucao-cubana...

http://zerohora.rbsdirect.com.br/it/icon/transparencia-leg.png); color: rgb(255, 255, 255); width: 625px; font-size: 1.2em; background-position: 0% 0%; background-repeat: repeat repeat;">Seis médicas cubanas convivem na mesma casa em Guaíba, todas deixaram suas famílias a fim de realizar essa missão internacionalFoto: Anderson Fetter / Agencia RBSItamar Melo, Júlia Otero e Larissa Roso


julia.otero@zerohora.com.br, larissa.roso@zerohora.com.br" style="margin: 0px; padding: 0px; list-style: none; color: rgb(51, 51, 51); outline: none; text-decoration: none;" title="itamar.melo@zerohora.com.br, julia.otero@zerohora.com.br, larissa.roso@zerohora.com.br">itamar.melo@zerohora.com.br, julia.otero@zerohora.com.br, larissa.roso@zerohora.com.br

Pouco depois das 7h, seis mulheres saem de uma casa no centro de Guaíba para trabalhar. Vestem-se com simplicidade e carregam a marmita do almoço. Uma delas segue a pé. As outras ficam na parada de ônibus, com o vale-transporte à mão, rumo a cinco bairros distintos, em viagens de até 40 minutos. A rotina é idêntica à de milhões de trabalhadores, mas tem um aspecto surpreendente. As seis mulheres são médicas.

As seis profissionais do amado e odiado programa Mais Médicos representam um personagem novo, surgido no fim do ano passado em muitos rincões do país: o "doutor" cubano que vive modestamente, faz a faxina da casa e ganha um salário apertado, assim como muitos de seus pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS).

O mapa de Cuba no RS





As novidades são sentidas no consultório. Os pacientes costumam se supreender ao entrar na sala de Marlyn Paneca Gómez, 47 anos, na unidade de saúde do centro de Guaíba. Encontram a médica do outro lado da mesa, mas não acham uma cadeira diante do móvel, para sentar. Como outros médicos cubanos, Marlyn gosta de colocar a cadeira do paciente colada à sua.

— A mesa é uma barreira na relação médico-paciente. Explico que preciso estar perto, tocar. Mas os brasileiros não entendem. Não estão acostumados. Vão arrastando a cadeira. Depois de um tempo, ela já está do outro lado da mesa — diz.

Marlyn é um dos 285 cubanos em ação no Estado, aos quais vão se somar mais 138 em março. No Brasil, eles são 5,4 mil, o equivalente a 80% dos estrangeiros ou formados no Exterior que participam do Mais Médicos. Ela fazia um curso preparatório no Espírito Santo, em outubro, quando foi comunicada de que iria para Guaíba:

— Vi (na Internet) que era uma cidade pequena, com um lago lindo. Gostei. Tem muitas coisas bonitas. Já trabalhei na Venezuela e em Honduras, em lugares bem mais complicados, com muita pobreza.

Em 1º de fevereiro, Marlyn e as outras cinco compatriotas foram instaladas na casa do centro de Guaíba, um imóvel mobiliado de 198 metros quadrados. As médicas aprovaram. A casa tem três quartos (todos eles com split), três banheiros (incluindo banheira), uma biblioteca (forrada de enciclopédias), um salão de festas recém-concluído (com churrasqueira), uma cozinha ampla e todos os utensílios e equipamentos necessários (desde louça até freezer e TV). A prefeitura alugou a casa por R$ 5,5 mil e banca água, luz e internet.

— A casa é muito boa. E ainda tem a vantagem de morarmos todas juntas, como uma família — elogia Maritza Cañada Castillo, 41 anos, que já trabalhou no Paquistão, na Bolívia e na Venezuela.

A casa pertence a Carmen Tejada e seu marido, Telmo, que viviam no imóvel até a chegada das cubanas e mantêm uma oficina mecânica na parte da frente do terreno. Para aproveitar a oportunidade de alugar a casa, mudaram-se em caráter provisório para a residência de uma parente. Acabaram virando amigos das médicas.

— São seis pessoas novas na família. Já combinei de levá-las a jantares e festas da paróquia. Também estou organizando a inscrição delas em uma academia. Quando elas vieram conhecer a casa, eu disse o que tinha ao redor: mercado, farmácia. Quando mencionei a academia, ficaram animadas e disseram que queriam — conta Carmen.

Médicas levam marmitas para fazer a refeição no trabalho

A rotina das médicas começa às 6h, quando uma delas levanta mais cedo para preparar o café. O toque cubano no cardápio são as tortillas de ovo. Às 6h30min, as demais saem da cama e vão para a mesa. Todas começam a trabalhar às 8h. Ao meio-dia, pegam a marmita, aquecem a comida no micro-ondas e fazem a refeição no próprio posto, com outros funcionários. O expediente termina às 17h.

Elas se reencontram por volta das 18h. É a hora de contar as experiências do dia, de bater papo, de estudar e de mexer no tablet fornecido pelo governo federal.

— Elas não gostam de TV. São mais ligadas na internet — conta Carmen.

A única que sai todas as noites é Marlyn. Às 19h, ela ganha a rua e caminha por uma hora e 20 minutos pela beira do Guaíba. Perdeu 10 quilos desde a chegada:

— Estou fazendo a preparação cardiovascular para quando começar a academia.

Cada noite, uma das médicas faz o jantar, que será também o almoço, levado na vianda. Nos fins de semana, elas arrumam a casa e passeiam. Costumam pegar o catamarã até o centro de Porto Alegre, onde combinam encontros com cubanos de outras cidades, olham lojas de Guaíba ou arrumam o cabelo em algum salão. Amigos já as levaram à Serra e ao Litoral.

— Elas adoraram Gramado. Acharam lindo. Encantam-se por coisas que para nós são simples, como a facilidade de encontrar produtos de higiene — diz a diretora de saúde de Guaíba, Fabiani Malanga.

A vida social gira em torno de amigos brasileiros, como os donos do hotel onde ficaram antes de alugar a casa. Lá, foram protagonistas da festa de Ano-Novo.

— Tivemos uma noite cubana. Elas trouxeram colegas de Eldorado do Sul e de Porto Alegre, prepararam pratos típicos e colocaram música de Cuba. Dançaram até as 3h. São pessoas animadas — diz Katia Sperotto, 46 anos, proprietária do hotel.

Uma das principais vitrines eleitorais da presidente Dilma Rousseff, o Mais Médicos nasceu, no ano passado, debaixo de ataques de entidades médicas. Para essas agremiações, não faltam profissionais no Brasil. Além disso, o fato de os participantes do programa terem sido liberados de revalidar seus diplomas no país representaria um risco à qualidade do atendimento.

— É um projeto demagógico e eleitoreiro. São profissionais que vêm ocupar espaço dos brasileiros. Eles são oferecidos como um milagre, como se o governo tivesse uma varinha de condão para tirar o atendimento médico de uma cartola. Já temos 400 mil médicos no Brasil e mais 17 mil são formados ao ano — critica Maria Rita de Assis Brasil, vice-presidente do Sindicato Médico (Simers).

Quando ficou claro que os médicos trazidos do Exterior seriam basicamente cubanos, o tom das críticas se elevou e foi reforçado por grupos políticos que viam no Mais Médicos uma forma encontrada pelo governo de fazer populismo eleitoral e financiar a ditadura dos irmãos Castro.

Enquanto os médicos de outras nacionalidades participantes do programa recebem uma bolsa mensal de R$ 10 mil, os cubanos ganham cerca de R$ 1 mil. O grosso do dinheiro vai para o governo de seu país. Os mais exaltados definem o acerto como trabalho escravo. No início do mês, a cubana Ramona Matos Rodríguez virou notícia ao abandonar o programa, com apoio do deputado ruralista Ronaldo Caiado (DEM). Ela disse que vai acionar o governo brasileiro na Justiça do Trabalho.

A atitude de Ramona é quase isolada até o momento. De 89 profissionais que abandonaram o Mais Médicos sem justificativa, só quatro vieram de Cuba — em um universo de mais de 5 mil. As médicas de Guaíba, por exemplo, garantem que a participação no programa é interessante do ponto de vista financeiro. Para começar, dizem, o salário que recebiam em Cuba continua a ser pago a suas famílias. Elas reconhecem que a remuneração de R$ 1 mil por mês é baixa, mas lembram que não é só isso que recebem. Do valor entregue pelo governo brasileiro, outros US$ 600 são depositados em uma conta bancária, que pode ser acessada quando voltarem ao seu país. Para os críticos, trata-se de uma forma de Cuba manter os médicos como reféns, obrigando-os a retornar para ter acesso ao dinheiro. Para os profissionais, acaba sendo um belo pé de meia.

Os benefícios recebidos incluem moradia, transporte e, no caso das cubanas de Guaíba, um auxílio mensal individual de R$ 500 para alimentação — a soma ultrapassa os R$ 3 mil mensais.

— Os preços aqui são altos, mas como existem vários auxílios fica vantajoso. Mas o mais importante é o lado humanitário e o dinheiro que vai para Cuba, o que ajuda na economia e na saúde, que é gratuita — defende Marlene Muñoz Sánchez, 43 anos.

Esse tipo de discurso, sincero ou ensaiado, é característico dos cubanos. Eles se dizem agradecidos por ter podido estudar Medicina gratuitamente em seu país e afirmam que não o fizeram para ganhar dinheiro, e sim para ajudar. Diante da afirmação de que estão sendo explorados e vivendo na pobreza, reagem. Para eles, o estranho não é os médicos terem um padrão de vida simples, mas terem um padrão de vida superior ao das outras pessoas.

— No Brasil a gente nota uma grande distância social dos médicos para os pacientes — diz Diurbys Díaz Utria, 34 anos.

Contato por e-mail e pelo Facebock com familiares

A relação com os médicos brasileiros, aliás, não é tranquila. Os cubanos sentem-se incomodados com os ataques.

— Com os funcionários dos postos, a relação é muito boa, mas com parte dos médicos, não. Alguns nos receberam bem, mas outros não falam conosco nem nos olham — diz Diurbys.

Essa hostilidade, somada à deserção de Ramona, motivou muitos dos cubanos a evitar a imprensa. Dos 30 médicos de Porto Alegre e dos 10 de Canoas, por exemplo, nenhum topou falar com ZH.

— Eles estão fugindo de entrevista de tudo que é jeito. Não topam nada. No início, teve uma exposição muito grande, e eles resolveram se preservar — diz Marcelo Bósio, secretário da Saúde de Canoas.

À dificuldade vivida nos postos de saúde, com os colegas brasileiros, soma-se uma maior, de caráter pessoal: a distância da família. As seis cubanas de Guaíba têm filhos, alguns deles pequenos, que ficaram com parentes. O contato é por Facebook e e-mail. Para chamadas por vídeo, é preciso que o familiar em Cuba vá até um centro de comunicação, o que não custa barato.

— É a parte mais difícil. Mas não tenho tristeza. Toda manhã, quando acordo, abro o e-mail e tem um "bom dia" do meu marido ou dos meus filhos — conta Marlyn.

A saudade é aliviada, dizem as cubanas, pela recepção oferecida por pacientes e amigos brasileiros. Fabiani Malanga, a diretora de saúde da cidade, afirma que é comum a prefeitura receber reclamações sobre médicos locais. É raro alguém elogiar. Mas isso tem acontecido em relação às cubanas. Há alguns dias, Marlyn voltou faceira para casa, com um creme e um livro presenteados por um paciente.

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2014/02/revolucao-cubana-nos-postos-de-saude-4427771.html

Copom aumenta taxa de juros para 10,75% ao ano 27/02/2014


Tatiane Correia

Jornal GGN - O Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu elevar a Selic em 0,25 ponto percentual, para 10,75% ao ano, em decisão unânime e sem viés. Este foi o oitavo ajuste consecutivo anunciado pelo colegiado, e abaixo do ajuste de 0,50 ponto percentual efetuado na reunião anterior.

“Dando prosseguimento ao processo de ajuste da taxa básica de juros, iniciado na reunião de abril de 2013, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 0,25 p.p., para 10,75% a.a., sem viés”, disse a autoridade monetária, em comunicado divulgado logo após a reunião. Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Alexandre Antonio Tombini (Presidente), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Awazu Pereira da Silva, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques.

Em entrevista ao Jornal GGN, o economista-chefe do Banco Santander, explica que a decisão veio em linha com as expectativas. “O comunicado apresentou uma pequena alteração. (O texto) veio a indicar que não necessariamente o Banco Central terminou o ciclo de aperto. Existe uma possibilidade razoável de seguir com alta de 0,25 ponto na próxima reunião, e o mercado vai migrar para essa aposta, chegando na estabilidade em 11% ao ano”.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Mais Médicos de Cuba serão cada vez mais brasileiros 26/02/2014



Em Havana, ex-presidente Lula encontra estudantes brasileiros de Medicina; em 2014, 350 alunos do país serão graduados nas escolas da ilha socialista; cursos foram gratuitos; maioria do grupo de brasileiros que vai se formar em julho (foto) pretende se inscrever na volta no Programa Mais Médicos; "vocês são motivo de orgulho para todos nós", disse Lula; ele afirmou que não se pode "transformar a medicina em mercantilismo"; programa mostra nova face com formação no exterior que dará retorno ao país

26 DE FEVEREIRO DE 2014 ÀS 16:56

247 – O país que ofereceu quatro mil médicos para atuar em regiões carentes e com demanda de profissionais no Brasil forma, hoje, cada vez mais estudantes de medicina brasileiros. Cuba dará o diploma, apenas em 2014, a 350 dos nossos jovens, que cursaram a faculdade na ilha sem pagar nada.

Em passagem pela capital, Havana, nesta terça-feira 25, o ex-presidente Lula se encontrou com um desses grupos, que será graduado em julho desse ano e disse que pretende voltar para trabalhar no Brasil, por meio do programa Mais Médicos. "Parabéns, vocês são motivo de orgulho para nós", comentou o ex-presidente.

A contratação de médicos cubanos virou polêmica no Brasil, mesmo que eles carreguem o título de ter iniciado a chamada medicina familiar e comunitária – prática em que os médicos são muito mais próximos das famílias, visitam residências e conseguem desenvolver, assim, a política da prevenção.

Em agosto do ano passado, o governo brasileiro fez um acordo com a OPAS (Organização Panamericana da Saúde) para contratar quatro mil cubanos. Em janeiro, o então ministro da Saúde, Alexandre Padilha, admitiu a possibilidade de esse número aumentar, a fim de que se alcance a meta de 13 mil médicos no programa até março.

As críticas contra as contratações miravam, entre outros pontos, o salário recebido pelos cubanos, que recebem cerca de R$ 400, diferentemente de outros médicos estrangeiros, que ganham a íntegra do salário pago pelo governo, de R$ 10 mil. No caso dos cubanos, a diferença do dinheiro é enviada para a ilha.

Muitos médicos de Cuba atuando no Brasil, porém, entenderam a contratação como uma forma de ajudar seu país. "Não interessa o salário, trabalhamos por amor" e "nós não vamos mudar nenhum sistema social, mas contribuir" foram algumas declarações dadas por profissionais cubanos no Brasil. "E a minha família recebe uma ajuda do governo de Cuba, justamente porque estou aqui", disse Idania Garrido, que trabalha no Distrito Federal.

Exercer a medicina como missão de ajudar a sociedade parece uma visão que já contaminou, positivamente, os estudantes brasileiros em Cuba. Os estudantes disseram ontem a Lula querer retornar ao Brasil para participar do programa e atuar em comunidades carentes com uma prática mais humanista da medicina.

"Eu espero que quando retornarem ao Brasil, voltem com muita vontade de trabalhar. Nem sempre vai ser fácil, mas quando vocês vieram para cá, vieram com esse objetivo, de serem médicos, de sobreviver da medicina, mas sem transformar a medicina em mercantilismo", comentou o ex-presidente.

http://www.brasil247.com/pt/247/saudeebemestar/131537/Mais-M%C3%A9dicos-de-Cuba-ser%C3%A3o-cada-vez-mais-brasileiros.htm

Políticas imperialistas y las olimpiadas 26/02/2014

Fred Goldstein
Mundo Obrero

Esta es la era del imperialismo. Los Juegos Olímpicos no pueden escaparse de ser arrastrados a las grandes luchas contemporáneas que se libran en la política mundial.

En la actualidad, los imperialistas estadounidenses están enfrascados en una lucha geopolítica con Rusia sobre Siria, Irán, Ucrania, el control sobre las antiguas repúblicas soviéticas, el balance de poderío militar en Europa, el refugio que Moscú dio a Edward Snowden y una serie de otros asuntos.

El hecho es que cuando la URSS colapsó en 1991, la Casa Blanca, el Pentágono y los banqueros y empresarios en los EE.UU. estaban ansiosos por integrar a la antigua Unión Soviética con sus repúblicas, al sistema occidental imperialista del capitalismo. Se les hizo agua la boca con la posibilidad de tener acceso a los recursos de petróleo y gas, el carbón, las fábricas de acero, las minas de oro de la antigua URSS y de las repúblicas, incluyendo la riqueza agrícola de Ucrania.

Las cosas parecían ir en esa dirección durante varios años después de la contrarrevolución. La presidencia fue puesta en manos de Boris Yeltsin, marioneta de EE.UU. y fabricante del golpe de estado que disolvió a la URSS. La infraestructura industrial socialista construida durante 75 años se dividió y se le dio a un puñado de capitalistas multimillonarios. Rusia se abrió al Fondo Monetario Internacional, y se invitaron a los asesores estadounidenses para dar la “terapia de choque” económica.

Putin y la nueva clase capitalista rusa

Entonces Vladimir Putin llegó y tomó el mando. Él representó la aparición de los ladrones capitalistas rusos que querían recuperar el estatus mundial ganado por la URSS, cuando era un poder socialista —excepto que esta vez sería en base a la expansión del capitalismo ruso y su dominación regional sobre las antiguas repúblicas soviéticas, incluyendo a Ucrania. Putin trató de poner fin a la dependencia y subordinación del capitalismo ruso ante Wall Street y Washington.

La política de Washington comenzó a cambiar dramáticamente a una dirección hostil. La OTAN se extendió hacia las fronteras de Rusia. Los estados bálticos de Estonia, Letonia y Lituania se convirtieron en puestos militares del occidente en la frontera occidental de Rusia. Polonia, la República Checa, Eslovaquia y Rumania también se unieron a la OTAN.

EE.UU. anunció sus planes de construir un sistema de misiles Aegis con base en destructores y en tierra. La intención de este tipo de sistemas es permitir a EE.UU. mantener su capacidad de poder atacar primero a Rusia. La construcción de este sistema ya se ha iniciado en España y Rumania y está previsto que también involucre a Polonia.

Es bajo este contexto que la publicidad y la política que rodea a los Juegos Olímpicos de Sochi deben ser vistas.

EE.UU. intenta enturbiar a Sochi

Los actuales juegos se han rodeado, al menos en EE.UU. y Europa, con publicidad negativa generada por Estados Unidos. Está calculada para desacreditar a Rusia y socavar el estatus mundial que la reaccionaria y contrarrevolucionaria clase dominante capitalista en Moscú busca lograr como anfitriona de los juegos.

Advertencias antiterroristas han salido regularmente de Washington, aumentando justo antes de la inauguración de los juegos cuando EE.UU. emitió una “alerta de viaje” para Sochi. Se emitieron normas de seguridad especiales restringiendo cualquier tipo de líquidos en los aviones estadounidenses con destino a Sochi. Durante varios días, reportes de la prensa estadounidense advertían que se “sabía” que unas supuestas “Viudas Negras” terroristas islámicas tenían a los Juegos Olímpicos en su mira.

Se anunció que el presidente Barack Obama y Michelle Obama no asistirían a ninguna ceremonia de los Juegos Olímpicos debido a las leyes anti-homosexuales aprobadas por el Parlamento de Rusia antes de los Juegos Olímpicos. Un número de prominentes atletas homosexuales estadounidenses fueron elegidos como delegados para los juegos para dar una nota de desafío contra la postura anti-gay del régimen de Putin.

Por supuesto que el régimen de Putin no es sólo anti gay, sino que también es completamente anti-obrero. El Parlamento ruso acaba de aprobar una ley de salario mínimo que está por debajo del nivel de pobreza. Las huelgas obreras son reprimidas. Hay pobreza y personas sin hogar tanto en las zonas urbanas como en las rurales.

La comunidad gay, bisexual, lesbiana y transexual (LGBT por sus siglas en inglés) en Estados Unidos y por todo el mundo ha ejercido su derecho y su deber de protestar este trato reaccionario de la gente gay en Rusia por los medios que han sido necesarios. El Comité Olímpico Internacional ha prohibido la protesta abierta. El COI utilizó una decisión que prohíbe gestos políticos de protesta que fue aprobada en 1968 después de que dos medallistas afroamericanos, Tommie Smith y John Carlos, levantaron sus puños con el saludo del Poder Negro en los Juegos Olímpicos en México para protestar contra el racismo en los Estados Unidos.

Las protestas del movimiento LGBT y sus simpatizantes, no importa si son alentadas y apoyadas por el gobierno de los EE.UU, son totalmente genuinas y plenamente justificadas.

Pero con respecto al gobierno imperialista estadounidense, todo el mundo debe estar claro que Washington es totalmente hipócrita con sus expresiones de conmiseración para la comunidad LGBT.

Hay 14 estados en EE.UU que todavía tienen leyes que prohíben las relaciones homosexuales, a pesar de que la Corte Suprema declaró la inconstitucionalidad de esas leyes en el 2003. Ocho estados tienen leyes que prohíben cualquier discusión objetiva de la vida gay en las aulas. Y numerosos estados prohíben el matrimonio entre personas del mismo sexo.

Sin embargo, la administración de Obama ha estado totalmente inactiva sobre estas violaciones. Estas leyes anti-gay de los EE.UU. debían ser protestadas en Sochi, así como en los EE.UU.

Washington ha resaltado la legislación anti-gay de Rusia no por preocupación por los derechos LGBT, sino porque su rival geopolítico es completamente vulnerable debido a estas leyes anti-gay retrógradas y reaccionarias.

Mientras tanto, hay una persecución feroz contra la gente gay en Arabia Saudita, Egipto y muchos otros aliados de Washington.

En Ucrania ahora, los nazis del Partido Svoboda se encuentran en las calles denunciando a los comunistas, los judíos y los homosexuales; son parte del movimiento inspirado por los Estados Unidos para derrocar al gobierno y llevar a Ucrania al dominio de los EE.UU y Europa. Pero no ha habido conferencias de prensa o noticias de Washington denunciando al Partido Svoboda.

Carácter de clase de la Guerra Fría

Muchos observadores políticos se han referido al actual conflicto Estados Unidos – Rusia como la nueva guerra fría. Esto es correcto, pero incompleto. La actual lucha entre el imperialismo estadounidense y el capitalismo ruso podría tener muchas de las mismas formas geopolíticas que la Guerra Fría entre los EE.UU. y la URSS. Pero tiene un contenido social diametralmente opuesto.

La Guerra Fría anterior fue una guerra de clases entre dos sistemas sociales opuestos. La actual guerra fría está entre una Rusia capitalista debilitada que trata de aferrarse a la posición geopolítica que heredó de la era soviética en relación con Siria y Ucrania, entre otros, y que trata de consolidar su control sobre las antiguas repúblicas de la unión económica regional.

La Guerra Fría anterior era una campaña por 45 años para destruir la base socialista de la URSS — su economía planificada de propiedad social con monopolio estatal del comercio exterior y con las garantías económicas y sociales para la clase obrera. El imperialismo trató de poner fin a la ayuda soviética a Cuba y a las luchas de liberación en África del Sur, Namibia, Angola y Etiopía. En lugar de tener un imperio en Europa del Este, la URSS subsidió los suministros de petróleo y gas en la región.

La URSS prestó ayuda a numerosos países que se habían liberado del coloniaje, para ayudarles a evitar la dominación del neoliberalismo imperialista. Desarrolló proyectos de construcción, incluyendo la presa de Asuán en Egipto y la primera fábrica de acero en la India, entre otros.

Para los hombres de negocio, los agricultores ricos y sus partidarios en las calles de Ucrania que quieren alinearse con el capitalismo de los EE.UU y Europa, la Unión Soviética representaba “un imperio” porque bajo el régimen soviético sus privilegios de clase fueron prohibidos y tenían que operar clandestinamente.

El entendimiento de la política sobre los juegos debe tener en cuenta la actual rivalidad geopolítica entre el imperialismo estadounidense y el capitalismo ruso.

Mientras que la clase obrera debe desarrollar una posición independiente que lucha contra el imperialismo estadounidense y el capitalismo ruso, sería un revés si Wall Street fortaleciera su dominio del mundo al controlar Rusia o cualquiera de las antiguas repúblicas, especialmente Ucrania.

Goldstein es el autor de “Capitalismo de bajos salarios” y “El capitalismo en un callejón sin salida”. Ambos están disponibles en Amazon.

Fuente original: http://www.workers.org/articles/2014/02/19/politicas-imperialistas-y-las-olimpiadas/

Moniz Bandeira: Venezuela é a próxima vítima dos EUA 26/02/2014




Por FC Leite Filho*, em Diálogos do Sul

O politólogo Moniz Bandeira, autor do livro “A Segunda Guerra Fria”, advertiu que os episódios que acontecem Venezuela são um produto da mesma estratégia aplicada nos países da Eurásia, na chamada “Primavera Árabe” e outra vez na Ucrânia.

Segundo Moniz, autor de mais de 20 livros – sobre as relações dos Estados Unidos com a América Latina e agora com a Europa e a Ásia-, há um esquema de Washington para subverter os regimes, que foi aperfeiçoado, desde o governo de George W. Bush, e começa com o treinamento de agentes provocadores.

Tais agentes infiltrados organizam manifestações pacíficas, com base nas instruções do professor Gene Sharp, no livro From Dictatorship to Democracy, traduzido para 24 idiomas e distribuído pela CIA e pelas fundações e ONGs.

O objetivo é levar os governos a reagirem, violentamente, e assim serem acusados de excessos na repressão das manifestações e de violar os direitos humanos, o que passa a justificar a rebelião armada, financiada e equipada do exterior e, eventualmente, a intervenção humanitária, explica o politólogo.

A estratégia, ainda segundo Moniz Bandeira, hoje residindo na Alemanha, consiste em fomentar o “Political defiance”, o desafio político, termo usado pelo coronel Robert Helvey, especialista da Joint Military Attaché School (JMAS), operada pela Defence Intelligence Agency (DIA), para descrever como derrubar um governo e conquistar o controle das instituições, mediante o planejamento das operações e a mobilização popular no ataque às fontes de poder nos países hostis aos interesses e valores do Ocidente.

Ela visa a solapar a estabilidade e a força econômica, política e militar de um Estado sem recorrer ao uso da força por meio da insurreição, mas provocando violentas medidas, a serem denunciadas como “overreaction by the authorities and thus discrediting the government”.

A propaganda é “a key element of subversion” e inclui a publicação de informações nocivas às forças de segurança, bem como a divulgação de rumores falsos ou verdadeiros destinados a solapar a credibilidade e a confiança no governo, diz o politólogo brasileiro.

Trata-se do que o coronel David Galula definiu como “cold war revolutionary”, atividades de insurgência que permanecem, na maior parte do tempo, dentro da legalidade, sem recorrer à violência.

Assim aconteceu na Sérvia, na Ucrânia, Geórgia e em outros países, pela Freedom House e outras ONGs americanas, que instigaram e ajudaram com o emprego de ativistas a impulsar as demonstrações na Síria, como expôs Moniz Bandeira documentadamente em “A Segunda Guerra Fria”. Agora está sendo aplicada na Venezuela e, seguramente, tentam aplicar no Brasil com os black block.

As conclusões de Moniz Bandeira estão fartamente no livro “A Segunda Guerra Fria”, editado recentemente pela Editora Civilização Brasileira, inclusive com edição em e-book nas diversas ofertas do mercado.

“A Segunda Guerra Fria”

Os Estados Unidos por trás das revoltas da chamada Primavera Árabe e como mentor dos atos de terrorismo de Estado no Oriente Médio, são algumas das conclusões do novo livro do cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira, há 17 anos residindo na Alemanha, e que chega ao Brasil sob o título “A Segunda Guerra Fria – Geopolítica e dimensão estratégica dos Estados Unidos – Das rebeliões na Eurásia à África do Norte e Oriente Médio”.

É lançado pela Editora Civilização Brasileira, com prefácio do embaixador Samuel Pinheiro Guimarães.

Aprofundando e atualizando as questões apresentadas em “Formação do Império Americano”, seu último livro sobre a região, de 2005, traduzido até para o chinês, o autor de mais de 20 obras e considerado a maior autoridade na análise da influência da política norte-americana no Brasil e no continente, faz algumas revelações, nesta obra, que deixariam pasmado qualquer observador menos atento da cena internacional:

“Foram a CIA e o Inter-Services Intelligence (ISI) do Paquistão e o Ri’ãsat Al-Istikhbãrãt Al-’Ãmah, o serviço de inteligência da Arábia Saudita, que institucionalizaram o terrorismo em larga escala, com o estabelecimento de campos de treinamento no Afeganistão, a fim de combater as tropas da União Soviética (1979-1989), fornecendo aos mujahin toda sorte de recursos e sofisticados petrechos bélicos – de 300 a 500 mísseis antiaéreos Stinger, dos Estados Unidos”. Antes, ele havia assinalado logo no início, à página 37, que o terrorismo, na realidade, não era novo e nos anos 1960 e 1970, tanto a Organização para a Liberação da Palestina (OLP), quanto a Frente de Libertação Nacional (FLN), da Argélia, e a Frente de Libertação da Eritreia (FLE) recorreram a esse método de luta, sem que configurasse ameaça internacional. Tais ações seriam parte da estratégia dos Estados Unidos e da Europa para travar a influência, primeiro da União Soviética, e depois da Rússia e da China naquela parte do mundo que controla dois terços da produção mundial de petróleo.

Outros dados da operação afegã: ”A CIA forneceu em torno de 3,3 bilhões de dólares, dos quais pelo menos a metade proveio da Arábia Saudita. Mais de US$ 250 milhões fluíam mensalmente, para os mujahidin da Arábia Saudita e de outros países árabes… Entrementes, agentes do ISI e da CIA recrutavam e treinavam entre 16.000 e 18 mil mujahihin, aos quais Usamah (Osama) bin Ladin uniu um contingente de 35.000 árabes-afegãos. O MI6 (Secret Intelligenece Service), da Grã Bretanha, também colaborou na operação, apoiando, com equipamentos de rádio e instrutores, os mujahidin de Ahmad Shah Massoud (1953-2001), um sunita-afegão-tadjique que posteriormente comandaria a Aliança Norte contra os Talibãs”.

O livro, de 714 páginas, é muito minucioso e didático, mostrando, com abundantes mapas, gráficos e documentos confidenciais, cada uma das situações da região, abalada mais recentemente com as revoltas iniciadas na Tunísia, Líbia, Egito, Yemen e Síria. Cada episódio vem encadeado em capítulos sempre precedidos de resumo e de ementas. São exemplos as razões profundas da derrubada e do linchamento físico do ex-homem forte da Líbia, Muammar Gadaffi, , a resistência do presidente da Síria, Bashar Al-Assad, e a impopularidade dos rebeldes sírios, por devastarem as cidades e o embuste dos direitos humanos, usado pelas grandes potências para justificar sua intervenção.

Quanto à Líbia, o livro relata a política de boa vizinhança tentada por Gaddafi, que incluiu a renúncia à energia nuclear, o restabelecimento de relações com Washington, Londres e Paris. Mas o que se viu em seguida foi “a revolução fabricada pelo DSGE da França, a matança de entre 90.000 e 120.000 pessoas, Gaddafi linchado, brutalizado, abusado, assassinado”. O resultado do que ele chama de disputa pelo “sramble” petrolífero foi que a Líbia virou “um país sem governo e sem Estado, o vacuum político e as disputas tribais”.

*Colaborador de Diálogos do Sul – editor do Blog Café na Política.

http://www.rodrigovianna.com.br/vasto-mundo/moniz-bandeira-venezuela-e-a...

Instalações petrolíferas venezuelanas estão em “alerta máximo”, diz ministro 26/02/2014

Caracas – As instalações petrolíferas da Venezuela se encontram em "alerta máximo" depois da denúncia sobre a suposta descoberta de mapas da indústria petrolífera em poder de uma pessoa que visitava o líder opositor Leopoldo López na prisão, disse nesta segunda-feira o ministro do Petróleo, Rafael Ramírez.

"Estamos em alerta máximo" depois que o presidente Nicolás Maduro proporcionou "essa informação muito grave", mas "não serão estes grupinhos fascistas que pararão a indústria", ressaltou Ramírez em entrevista coletiva.

Maduro disse no domingo à noite que "foram retirados de uma pessoa que estava visitando López, mapas de toda a indústria petrolífera: oleodutos, gasodutos, refinarias, campos petrolíferos e a Faixa Petrolífera do Orinoco".



"Pusemos em alerta todas nossas instalações" depois que "fomos diretamente instruídos pelo presidente" nesse sentido e devido à "quantidade de informação que ficou nas mãos" desta pessoa não identificada que faz parte de "setores que recorrem à violência", acrescentou Ramírez.

"Estamos em alerta, mas trabalhando. Também não vamos deixar-nos levar a uma dinâmica de caos. Tudo está em absoluta normalidade, tudo está operando perfeitamente", ressaltou.

López está em uma prisão militar próxima a Caracas desde o último dia 18 de fevereiro, quando se entregou depois de ser acusado de vários delitos, entre eles, formação de quadrilha e instigação.

O governo considera López o instigador da violência que aconteceu após uma manifestação pacífica no dia 12 de fevereiro, na qual os opositores exigiram a renúncia do governo.

A manifestação desse dia terminou em atos de violência contra edifícios e bens públicos e com a morte de três jovens, motivo pelo qual estão detidos três agentes do Serviço de Inteligência (Sebin).

A decisão de reivindicar "a saída" de Maduro abriu um distanciamento entre López e outros dirigentes opositores, de uma parte, e a aliança opositora Mesa de Unidade Democrática (MUD) e o ex-candidato presidencial Henrique Capriles, de outra.

Estes últimos exigiram que os protestos opositores se concentrem nos problemas do país e Capriles chegou a rotular de "grande erro" a convocação para pedir o fim do governo de Maduro.

EFE

Rússia diz que não tratará com “amotinados” que tomaram poder na Ucrânia 26/02/2014

MOSCOU - A Rússia disse na segunda-feira que não tratará com aqueles que tomaram o poder por meio de um "motim armado" na Ucrânia, enviando o sinal mais forte até agora de que Moscou não quer ser arrastado a uma guerra de apostas com o Ocidente sobre seu vizinho do sul.

Questionando a legitimidade das novas autoridades pró-europeias que assumiram depois que o Parlamento da Ucrânia removeu o então presidente Viktor Yanukovich, que era apoiado pelo Kremlim, o primeiro-ministro russo,

disse que não via ninguém com quem pudesse tratar em Kiev.

Ele não declarou morto um pacote de resgate de 15 bilhões de dólares da Rússia para a Ucrânia, embora o futuro do pacote seja duvidoso, mas sinalizou que um acordo pelo qual a Ucrânia paga um preço reduzido pelo gás russo tem data para vencer e que uma prorrogação teria de ser negociada.

Com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, ainda comemorando o sucesso russo na Olimpíada de Inverno de Sochi, sobrou para seus assessores lidar com uma crise que não saiu como o esperado e reduziu a influência russa na Ucrânia.

"Falando estritamente, não há ninguém com quem conversar lá. Existem grandes dúvidas sobre a legitimidade de uma série de órgãos de poder que estão funcionando agora lá", disse Medvedev a agências de notícias russas.

"Alguns de nossos parceiros estrangeiros pensam diferentemente, acreditam que eles são legítimos… Não sei qual Constituição eles leram… Mas parece para mim que é uma aberração chamar de legítimo algo que é essencialmente resultado de um motim armado."

Autoridades ucranianas emitiram nesta segunda-feira um mandado de prisão por assassinatos em massa contra Yanukovich, que agora está foragido depois de ser deposto por sangrentos conflitos nas ruas do país, nos quais atiradores de elite da polícia mataram manifestantes da oposição.

A ex-república soviética fez um apelo nesta segunda-feira por ajuda financeira para evitar a falência. As dívidas da Ucrânia incluem mais de 1 bilhão de dólares de contas de gás não pagos à Rússia em 2013. Os preços são negociados a cada trimestre.

"A decisão que foi adotada na esfera do gás tem períodos de tempo concretos para implementação", disse Medvedev. "O que vai acontecer depois que isso expirar é uma questão a ser discutida com a liderança das empresas ucranianas e com o governo ucraniano, se algum surgir lá."

Reuters

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