A infraestrutura em grandes aeroportos como Cumbica, por exemplo, não mudou muito. O novo terminal de passageiros não ficou pronto --só será entregue no fim de janeiro. O prazo foi estendido por causa de um desabamento na obra, que deixou dois feridos no último dia 2.
Já o estacionamento segue precário. Motoristas chegam a parar até sobre os canteiros de grama quando falta vaga.
Com o constante aumento da demanda --13,6% neste fim de ano em comparação com 2010--, a Aeronáutica autorizou a diminuição da distância entre um avião e outro na hora da aterrissagem de 10 milhas náuticas (18,5 km) para 5 milhas (9,2 km).
O movimento de pousos e decolagens deve aumentar ainda mais ao longo do ano, já que a tendência da Aeronáutica é reduzir gradativamente esse distanciamento entre as aeronaves para até 3 milhas náuticas (5,5 km).
| Editoria de Arte/Folhapress | ||
Segundo a Infraero (estatal que administra aeroportos), serão 16,6 milhões de passageiros em dezembro, contra 14,6 milhões no mesmo mês de 2010. Em 2007, foram 10,1 milhões em dezembro.
A Aeronáutica disse que a diminuição da distância entre as aeronaves já é aplicada em Cumbica, em Guarulhos (Grande SP), mas deve começar a valer em breve em outros aeroportos.
Segundo a Aeronáutica, a medida é usada na maioria dos aeroportos do mundo.
Especialistas ouvidos dizem que o padrão de distância já foi aplicado antes no país e é seguro, desde que haja treinamento.
| Lalo de Almeida/Folhapress | ||
| Fila de passageiros para fazer o check in no aeroporto internacional de Cumbica, em Guarulhos (Grande SP) |
Para evitar transtornos antes de embarcar, os passageiros devem optar pelos check-ins eletrônicos --pela internet ou nos totens de autoatendimento dos aeroportos.
Para conseguir um voo é preciso ser rápido.
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