Detentora de uma das maiores reservas de ferro do Brasil, Corumbá tem seu potencial pouco explorado por conta da falta de logística para escoar a produção.
Grandes mineradoras, como a Vale e a MMX, operam na região, mas, para exportar, precisam enfrentar um percurso de 2.500 quilômetros por uma hidrovia que atravessa o Paraguai e a Argentina, para embarque nos portos do país vizinho. O trajeto dura, em média, 25 dias.
| Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress | ||
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