A Argentina estipulará a partir de julho uma tarifa de 14% para bens de produção (bens usados para a produção de outros bens) importados de países fora do Mercosul, que competem com a produção local, visando proteger sua indústria, anunciou nesta quarta-feira a presidente Cristina Kirchner."Nós aumentamos o imposto de importação para bens de capital produzidos localmente de 0% para 14% e fixamos a tarifa a 2% para bens de capital que não são construídos no nosso país."É uma medida política de ativação da indústria", disse Kirchner em uma cerimônia no salão das Mulheres da Casa Rosada.Em maio, a Argentina propôs a elevação de tarifas cobradas para entrada de produtos de fora do Mercosul para os maiores níveis permitidos pela OMC (Organização Mundial do Comércio).A intenção seria a proteção das indústrias da região. Hoje, o bloco cobra de outros países uma tarifa de importação média de 10%. A alíquota máxima da OMC é de 35%.Em abril, a presidente argentina, Cristina Kirchner, tomou controle da YPF da Repsol, acusando a companhia espanhola de investir pouco na empresa e tornar o país cada vez mais dependente de importações.
Este blogue não concorda com o Golpe. RESISTÊNCIA JÁ A morte da Marisa, não é diferente da morte dos milhares no Iraque, invadido, na Líbia destroçada, entre outros, as mãos são as mesmas, acrescentadas dos traidores locais.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
"Argentina amplia tarifas sobre bens de produção de fora do Mercosul" 06.06.12
A Argentina estipulará a partir de julho uma tarifa de 14% para bens de produção (bens usados para a produção de outros bens) importados de países fora do Mercosul, que competem com a produção local, visando proteger sua indústria, anunciou nesta quarta-feira a presidente Cristina Kirchner."Nós aumentamos o imposto de importação para bens de capital produzidos localmente de 0% para 14% e fixamos a tarifa a 2% para bens de capital que não são construídos no nosso país."É uma medida política de ativação da indústria", disse Kirchner em uma cerimônia no salão das Mulheres da Casa Rosada.Em maio, a Argentina propôs a elevação de tarifas cobradas para entrada de produtos de fora do Mercosul para os maiores níveis permitidos pela OMC (Organização Mundial do Comércio).A intenção seria a proteção das indústrias da região. Hoje, o bloco cobra de outros países uma tarifa de importação média de 10%. A alíquota máxima da OMC é de 35%.Em abril, a presidente argentina, Cristina Kirchner, tomou controle da YPF da Repsol, acusando a companhia espanhola de investir pouco na empresa e tornar o país cada vez mais dependente de importações.
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