O Ministério da Defesa convocou as principais empreiteiras brasileiras para desenvolver a indústria de equipamentos de defesa e segurança nos próximos anos por meio da concessão de linhas de crédito e redução da carga tributária, informou neste domingo o jornal "O Globo".Com a aprovação em março da Lei 12.958, os grupos que constituírem subsidiárias no setor de defesa terão vantagens tributárias e condições especiais para participar das licitações de compra por parte do governo.Segundo a publicação, empresas que atuam na área de infraestrutura e construção civil como Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e Engevix, além da Embraer, já começaram a atuar no segmento. Outras, como a Synergy e a Camargo Corrêa, negociam com potenciais parceiros estrangeiros a entrada nesse mercado, também de acordo com o jornal.A participação brasileira no mercado global de defesa, que movimenta US$ 1,5 trilhão por ano, é baixa, e por isso o governo pretende incentivar as empresas para consolidar seu mercado interno e depois intensificar as exportações do setor. Para a renovação de equipamentos, as Forças Armadas dispõem de um orçamento de R$ 70 bilhões até 2015.Helibrás, Avibrás e CBC são algumas das poucas empresas brasileiras com projeção internacional que atuam nesse setor. No entanto, a maioria delas é pequena, com até 40 funcionários, e possuem baixo poder financeiro para competir mundialmente.De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), o Brasil tem potencial para exportar, em 2030, US$ 7 bilhões em produtos e serviços no setor.
Este blogue não concorda com o Golpe. RESISTÊNCIA JÁ A morte da Marisa, não é diferente da morte dos milhares no Iraque, invadido, na Líbia destroçada, entre outros, as mãos são as mesmas, acrescentadas dos traidores locais.
domingo, 15 de julho de 2012
"Governo incentivará empreiteiras para expandir indústria bélica" 15.07.12
O Ministério da Defesa convocou as principais empreiteiras brasileiras para desenvolver a indústria de equipamentos de defesa e segurança nos próximos anos por meio da concessão de linhas de crédito e redução da carga tributária, informou neste domingo o jornal "O Globo".Com a aprovação em março da Lei 12.958, os grupos que constituírem subsidiárias no setor de defesa terão vantagens tributárias e condições especiais para participar das licitações de compra por parte do governo.Segundo a publicação, empresas que atuam na área de infraestrutura e construção civil como Odebrecht, OAS, Queiroz Galvão, Andrade Gutierrez e Engevix, além da Embraer, já começaram a atuar no segmento. Outras, como a Synergy e a Camargo Corrêa, negociam com potenciais parceiros estrangeiros a entrada nesse mercado, também de acordo com o jornal.A participação brasileira no mercado global de defesa, que movimenta US$ 1,5 trilhão por ano, é baixa, e por isso o governo pretende incentivar as empresas para consolidar seu mercado interno e depois intensificar as exportações do setor. Para a renovação de equipamentos, as Forças Armadas dispõem de um orçamento de R$ 70 bilhões até 2015.Helibrás, Avibrás e CBC são algumas das poucas empresas brasileiras com projeção internacional que atuam nesse setor. No entanto, a maioria delas é pequena, com até 40 funcionários, e possuem baixo poder financeiro para competir mundialmente.De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), o Brasil tem potencial para exportar, em 2030, US$ 7 bilhões em produtos e serviços no setor.
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