| Acima a aeronave de ataque ao solo e treinamento avançado Yak-130 |
“A Rússia forneceu à Síria elementos para seu sistema de defesa aérea integral: mísseis, radares e etc.”, informou o general Mattis ao explicar para os senadores porque resultaria difícil e custoso impor uma zona de exclusão aérea nesse país.
Entre os armamentos que a Síria comprou de Moscou, figuram os complexos “Bastião”, dotados de mísseis anti-navio supersônico Yakhont. Além disso, Damasco também firmou um contrato para a compra de 36 caças de treinamento avançado e ataque ao solo do tipo Yak-130.
Armas russas, escudos perante a ingerência
A cooperação russa-síria demonstra que Moscou não quer apoiar a derrocada do regime de Assad. Em caso de um conflito entre o governo e seus detratores, Moscou estaria preocupado por uma possível chegada ao poder de “forças desconhecidas” ante a derrocada do presidente Bashar Al-Assad, opina James Sherr, analista do Instituto Real de Assuntos Internacionais da Chatham House.
No entanto, o Irã também suspeita que alguns países como EUA e Israel também forneçam armas ilegalmente aos opositores sírios. O WIKILEAKS informa que as tropas da OTAN já poderia estar ali treinando as Forças Rebeldes.
A Rússia se nega a apoiar uma nova resolução da ONU contra a Rússia por estar contra a ingerência dos assuntos internos daquele país e quer evitar do “roteiro líbio”. Essa atitude é respaldada também pelo primeiro-ministro russo Vladimir Putin, que acaba de ser eleito o novo presidente da Federação Russa.
Por outro lado, não só as armas russas chegam à Síria. Moscou doou quase um US$ 1 milhão para apoiar as atividades da Cruz Vermelha nesse país.
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