Da raíz aos grãos
São várias as matérias primas que dão origem à farinha. São vários os processos
que fazem com que a farinha seja o que é dentro do pacote, nas mesas de nossas casas.
São várias as formas de consumo. E são várias as farinhas.
Uma das mais conhecidas é a farinha de mandioca. Nomeada popularmente como
‘macaxeira’, a mandioca é uma raiz comestível originária do oeste do Brasil e um
dos alimentos mais consumidos no nordeste, região onde se concentra um grande
número de casas de farinha.
A seguir, você verá fotos de uma casa de farinha situada na cidade de Passa e
Fica, no Rio Grande do Norte, e conhecerá todas as etapas de produção da
farinha de mandioca, desde o descasque da raiz até o empacotamento.
que fazem com que a farinha seja o que é dentro do pacote, nas mesas de nossas casas.
São várias as formas de consumo. E são várias as farinhas.
Uma das mais conhecidas é a farinha de mandioca. Nomeada popularmente como
‘macaxeira’, a mandioca é uma raiz comestível originária do oeste do Brasil e um
dos alimentos mais consumidos no nordeste, região onde se concentra um grande
número de casas de farinha.
A seguir, você verá fotos de uma casa de farinha situada na cidade de Passa e
Fica, no Rio Grande do Norte, e conhecerá todas as etapas de produção da
farinha de mandioca, desde o descasque da raiz até o empacotamento.
Trabalho artesanal da casa de farinha na cidade de Passa e Fica no
Estado do Rio Grande do Norte. 21/07/2009. Foto: José Patrício/AE
O primeiro passo para a fabricação da farinha de mandioca é a retirada da casca.
21/07/2009. Foto: José Patrício/AE
21/07/2009. Foto: José Patrício/AE
O primeiro passo para a fabricação da farinha de mandioca é a retirada da casca.
21/07/2009. Foto: José Patrício/AE
O segundo passo é quando se leva a matéria-prima à máquina de ralar.
21/07/2009. Foto: José Patrício/AE
O segundo passo é quando se leva a matéria-prima à máquina de ralar.
21/07/2009. Foto: José Patrício/AE
O segundo passo é quando se leva a matéria-prima à máquina de ralar.
21/07/2009. Foto: José Patrício/AE
Logo após, a mandioca ralada é prensada para retirar o excesso de água da raíz.
21/07/2009. Foto: José Patrício/AE
21/07/2009. Foto: José Patrício/AE
Logo após, a mandioca ralada é prensada para retirar o excesso de água da raíz.
21/07/2009. Foto: José Patrício/AE
21/07/2009. Foto: José Patrício/AE
Para evitar a fermentação e o esfarelamento da farinha, a massa ainda pastosa
da prensagem é levada rapidamente ao processo de peneiração. Essa atividade
pode ser feita tanto manualmente como por máquinas. 21/07/2009.
Foto: José Patrício/AE
da prensagem é levada rapidamente ao processo de peneiração. Essa atividade
pode ser feita tanto manualmente como por máquinas. 21/07/2009.
Foto: José Patrício/AE
Para retirar a umidade, a massa peneirada é mexida constantemente.
É nesse processo que a farinha de mandioca se torna única: o tempo no forno,
a granulação, a temperatura e a técnica de mexer variam. 21/07/2009.
Foto: José Patrício/AE
É nesse processo que a farinha de mandioca se torna única: o tempo no forno,
a granulação, a temperatura e a técnica de mexer variam. 21/07/2009.
Foto: José Patrício/AE
Para retirar a umidade, a massa peneirada é mexida constantemente.
É nesse processo que a farinha de mandioca se torna única: o tempo
no forno, a granulação, a temperatura e a técnica de mexer variam. 21/07/2009.
Foto: José Patrício/AE
É nesse processo que a farinha de mandioca se torna única: o tempo
no forno, a granulação, a temperatura e a técnica de mexer variam. 21/07/2009.
Foto: José Patrício/AE
Para retirar a umidade, a massa peneirada é mexida constantemente.
É nesse processo que a farinha de mandioca se torna única: o tempo no forno,
a granulação, a temperatura e a técnica de mexer variam. 21/07/2009.
Foto: José Patrício/AE
É nesse processo que a farinha de mandioca se torna única: o tempo no forno,
a granulação, a temperatura e a técnica de mexer variam. 21/07/2009.
Foto: José Patrício/AE
Para retirar a umidade, a massa peneirada é mexida constantemente.
É nesse processo que a farinha de mandioca se torna única: o tempo no forno,
a granulação, a temperatura e a técnica de mexer variam. 21/07/2009.
Foto: José Patrício/AE
Foto: José Patrício/AE
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