O rendimento médio real dos ocupados (descontada a inflação) cresceu 2,5% no país em outubro, ficando em R$ 1.426. Já o dos assalariados apresentou alta de 2%, para R$ 1.478.
Este é a segunda alta consecutiva no rendimento --após oito quedas e estabilidade nos meses de julho e agosto foram de estabilidade--, segundo a pesquisa realizada pela Fundação Seade e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) em sete regiões metropolitanas, divulgada nesta quarta-feira (21).
O rendimento dos ocupados aumentou 4,7% em São Paulo (para R$ 1.559), no Distrito Federal (1,9%, para R$ 2.168) e Recife (0,7%, a R$ 1.033). Permaneceu praticamente estável em Belo Horizonte e Salvador, com alta de 0,3% em ambas cidades (para R$ 1.400 e R$ 998, respectivamente).
O rendimento apresentou retração em Fortaleza (1,5%, a R$ 922) e Porto Alegre (recuo de 0,8%, para R$ 1.439).
Segundo a definição da Seade e do Dieese, a população ocupada exclui os trabalhadores assalariados e os empregados domésticos que não tiveram remuneração no mês, além dos trabalhadores familiares sem remuneração e os trabalhadores que ganham exclusivamente em espécie ou benefício.
12 MESES
Regionalmente, em 12 meses, o rendimento médio real dos ocupados recuou 3,3%, enquanto a queda foi de 3% para os assalariados.
Para os ocupados, as retrações foram de 10,3%, em Salvador; 4,2%, em Belo Horizonte e em São Paulo; e recuo de 0,4%, no Distrito Federal e em Fortaleza.
Em Porto Alegre, os rendimentos ficaram estáveis, enquanto houve elevação em Recife (2,5%). Não foram divulgados os percentuais para os assalariados.
Nenhum comentário:
Postar um comentário