Deputados aprovam PEC da Música em segundo turno; Fafá de Belém, Sandra de Sá e Chico César pressionaram pela votação
Fonogramas e videofonogramas nacionais começarão a ter incentivos semelhantes aos de livros que são produzidos no Brasil. Essa imunidade tributária vai ter um impacto positivo para artistas independentes e produtores sem qualquer relação com grandes gravadoras. “Eles terão oportunidade de competir no mercado musical”, defende a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura.
A PEC da Música também repercute no bolso de milhões de brasileiros, que não precisarão pagar nem Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) nem Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) referentes a CDs e DVDs nacionais. Nesta terça-feira, artistas brasileiros consagrados se reuniram com os parlamentares para pressionar pela votação da PEC da Música. Fafá de Belém, Sandra de Sá e Chico César foram alguns dos representantes da classe a defender a imunidade tributária dos trabalhos musicais tupiniquins.
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