Três mentiras da mídia que foram desmentidas
Meu comentário:Até o mundo mineral sabe, que no Brasil, a mídia, (TV, rádio, jornais, revistas etc) em comum acordo, atacam qualquer governo, progressista ou de esquerda, para que os neoliberais continuem no poder.
Ética não existe, jornalismo muito menos, esses três casos, de muitos, ilustram o conjunto de mentiras que eles destilam diariamente, contra o ex-governante progressita do Lula e do atual, Dilma.Os blogueiros ditos sujos, são os responsáveis pelos constantes desmentidos dessa mídia.
1) 0 Ex-presidiário escolhido pelo Jornal Nacional para atacar Dilma em 2010, pede desculpas ao PT
2) O caixa 2 que virou mensalão
3) A invasão da revista Veja no quarto de hotel, onde estava José Dirceu
Ex-presidiário escolhido pelo Jornal Nacional para atacar Dilma em 2010, pede desculpas ao PT
Você se lembra do ex-presidiário Rubnei Quicoli, que a TV Globo abriu seus microfones e câmeras no Jornal Nacional para entrar nas casas dos brasileiros fazendo denúncias na base do "gogó" contra Dilma Rousseff e o PT durante a campanha eleitoral de 2010?
Pois é... ele pediu desculpas ao PT nas barras dos tribunais (na 9a. Vara Cível do TJDFT).
O ex-presidiário responde processo movido pela direção nacional do PT nas varas Cível e Criminal.
Mesmo com um passado de ex-presidiário por receptação de roubo de cargas, entre outros crimes (confira aqui), o Jornal Nacional da TV Globo o escolheu como pauta para fazer denúncias mirabolantes contra a então candidata Dilma Rousseff e o PT, sem qualquer credibilidade, sem qualquer prova, só na base do "gogó".
Nós, blogueiros "sujos", desmontamos a farsa, revelando a folha corrida do "empresário", apresentado como se fosse impoluto no Jornal Nacional.
Pois é... ele pediu desculpas ao PT nas barras dos tribunais (na 9a. Vara Cível do TJDFT).
O ex-presidiário responde processo movido pela direção nacional do PT nas varas Cível e Criminal.
Mesmo com um passado de ex-presidiário por receptação de roubo de cargas, entre outros crimes (confira aqui), o Jornal Nacional da TV Globo o escolheu como pauta para fazer denúncias mirabolantes contra a então candidata Dilma Rousseff e o PT, sem qualquer credibilidade, sem qualquer prova, só na base do "gogó".
Nós, blogueiros "sujos", desmontamos a farsa, revelando a folha corrida do "empresário", apresentado como se fosse impoluto no Jornal Nacional.
Dias e o mensalão, na Carta:
onde estão as provas ?
- Publicado em 16/09/2011

O Conversa Afiada reproduz texto de Mauricio Dias, na coluna Rosa-dos-Ventos, na CartaCapital:
Como sempre, faltam provas
por Mauricio Dias
Foi encerrada, dia 8 de setembro, a penúltima etapa desse tortuoso episódio do esquema de compra de votos de parlamentares, batizado de “mensalão”, que, em 2005, deu munição à oposição para tentar o impeachment do então presidente Lula.
Após as alegações finais dos réus, apresentadas até a data-limite de 8 de setembro, resta agora o voto de Joaquim Barbosa, relator do processo, e a decisão do Supremo Tribunal Federal. Há previsão de que isso ocorra no primeiro semestre de 2012.
O ministro Joaquim Barbosa tem uma batata quente nas mãos. Advogados de defesa dos dois principais atores desse processo, os ex-deputados Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, e José Dirceu, ministro-chefe da Casa Civil na ocasião, perguntam pelas provas capazes de sustentar o discurso da acusação de que o “mensalão” existiu. Eles garantem que não encontraram.
A defesa de Jefferson tem mais de 1,6 mil páginas. Nelas, ele reitera a denúncia do pagamento, em troca de voto, a parlamentares de partidos da base aliada. Exceto para o PTB, porque o partido não precisaria ser cooptado, “pois fazia parte da base aliada”. Se o argumento valer para Francisco, deve valer para Chico.
Foram denunciados nove parlamentares da base aliada e, estranhamente, um integrante da oposição, além de seis do PT. Por que esse grupo de petistas e aliados teria de ser cooptado?
Jefferson responde pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. No segundo caso, a defesa puxa o tapete da Procuradoria-Geral da República: “Se não sabe o acusador a origem daquele recurso, como afirmar que é ilícito e, por isso, atribuir ao defendente que se empenhou no seu branqueamento ou lavagem?”
Os advogados sustentam que “o acordo político para as eleições municipais de 2004 envolveu doação financeira” do PT para o PTB “da ordem de 20 milhões de reais”. Eles alegam que “é recurso lícito, fonte de arrecadação prevista em lei”.
Alegam, mas também não provam: “A origem desses recursos, em sua integralidade, ainda não foi identificada” e as acusações de Roberto Gurgel, procurador-geral da República (PGR), segundo eles, “são claramente improcedentes e destituídas de fundamento fático”.
A ausência de fatos é o problema. Muito pouco da acusação vai além do palavrório, derramado em mais de 45 mil páginas.
Seria a falta de fatos que teria levado a PGR, conforme a página 6 das alegações finais reveladas pelos advogados de José Dirceu, a um apelo patético ao STF: puna-se o ex-ministro para servir de exemplo?
O argumento é desqualificante. Mas não é o único apontado nas 162 páginas construídas para a defesa de Dirceu.
A denúncia garante que o núcleo central da quadrilha supostamente chefiada por Dirceu “firmou acordo com Roberto Jefferson, em 2004, para que este, mediante recebimento de dinheiro, votasse a favor do governo, em 2003, nas reformas da Previdência e tributária”.
A PGR comete mais um erro gritante na folha 2, item número 2, quando afirma que o STF também recebeu denúncias contra Dirceu por “crime de peculato”. Essa acusação foi rejeitada pelo Supremo em 2010.
Talvez o trabalho da acusação pudesse ser simplificado se o procurador-geral tivesse desistido da tese de “formação de quadrilha”, de grande efeito histriônico e nenhuma consistência, e procurasse provar um crime mais óbvio: formação de caixa 2 com dinheiro de origem ilícita para atender aos objetivos eleitorais do PT e aliados.
Inquérito conclui que repórter de Veja tentou invadir quarto de Dirceu
17Set2011
17
Set
2011
“Investigação durou duas semanas; foram ouvidos o repórter Gustavo Ribeiro, o ex-ministro José Dirceu e uma camareira do hotel Naoum; “houve mesmo tentativa de invasão a domicílio”, diz delegado Laércio Rosseto; inquérito será encaminhado a juizado criminal de Brasília; pena: três meses de prisão
Evam Sena, Brasil 247
A investigação policial sobre a tentativa de invasão de uma suíte ocupada pelo ex-ministro José Dirceu por um repórter da revista Veja acaba de ser concluída. O chefe da 5ª Delegacia de Polícia Civil do Distrito Federal, Laércio Rosseto, chegou à conclusão que o jornalista Gustavo Ribeiro realmente tentou violar a suíte ocupada pelo petista no Hotel Naoum Plaza, em Brasília, no dia 24 de agosto de 2011. “O jornalista alega que a intenção era a de verificar se o alvo de sua reportagem estava mesmo hospedado no hotel, mas também admitiu que tentou entrar em um ambiente privado”, disse o delegado ao 247.
Rosseto colheu depoimentos de Dirceu e do repórter, além da camareira para quem Gustavo pediu que abrisse o quarto, e, também, do responsável pela segurança do hotel. O resultado da investigação, apoiada em imagens do circuito interno do hotel, cópia dos depoimentos e outros documentos, será encaminhado para o Juizado Especial Criminal de Brasília, que vai decidir se abre processo contra Gustavo. A remessa ocorre já na próxima semana.
Em depoimento feito na delegacia no dia 29 de agosto, a camareira cujo nome não foi revelado contou que Gustavo Ribeiro pediu a ela para que abrisse os dois quartos conjugados ocupado por Dirceu no 16º andar. Ribeiro alegou que as ocupações eram ocupadas por ele próprio, segundo a versão da camareira, mas que esquecera as chaves do lado de dentro. A funcionária do Naoum Plaza afirmou ao delegado que negou o pedido porque tinha “segurança” de que as suítes eram ocupadas pelo ex-ministro petista – e não pelo jornalista.
Segundo a camareira, o repórter “reiterou o pedido, insistindo para que abrisse o apartamento”. A funcionária, então, consultou uma lista de hóspedes do andar privativo e, em seguida, pediu ao repórter para se identificar pelo nome. Ele disse chamar-se Gustavo, mas continuou insistindo em entrar. Enquanto fazia “sucessivas negativas”, na expressão da própria camareira ao delegado, de abrir a porta, ela não encontrou o nome dele na lista. O jornalista da Veja, então, disse que havia se enganado e foi embora.
Mais tarde, porém, Ribeiro hospedou-se no mesmo andar em que fica a suíte que Dirceu ocupava. Em depoimento dado ao delegado no dia 6 de setembro, o repórter afirmou que não chegou a passar a noite no hotel, mas assumiu que pedira para que a camareira abrisse o quarto do ex-ministro. Em sua defesa, o profissional de Veja se defendeu dizendo que o objetivo era somente verificar se Dirceu estava mesmo hospedado no hotel, conforme lhe havia sido informado, e não para entrar no quarto.”


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