Número de pedidos de auxílio-desemprego nos EUA é o mais alto em 2 meses
Total chegou a 11 mil, bem acima do previsto pelos analistas, em 1 mil
15 de setembro de 2011
SÃO PAULO - O número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego subiu 11 mil, para 428 mil, após ajustes sazonais, na semana até 10 de setembro, informou o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos nesta quinta-feira. O nível é o mais alto em mais de dois meses, refletindo a persistente fraqueza do mercado de trabalho. A alta divulgada hoje foi muito maior que a esperada. Economistas ouvidos pela Dow Jones previam que o número de pedidos de auxílio-desemprego subisse 1 mil. O nível é o mais alto desde a semana que se encerrou em 25 de junho. Um economista do Departamento de Estado afirmou que não havia indicação de que o furacão Irene tivesse afetado os números.
Os economistas geralmente consideram que a economia está criando mais empregos que cortando quando os pedidos de auxílio-desemprego caem para abaixo dos 400 mil.
A média móvel de pedidos feitos em quatro semanas - calculada para suavizar a volatilidade do dado - subiu 4 mil, para 419.500.
O relatório desta quinta-feira mostrou que o número de desempregados que continuam a receber auxílio-desemprego caiu em 12 mil, para 3.726.000, na semana encerrada em 3 de setembro.
Nos EUA, as regras para distribuição do auxílio-desemprego variam de Estado para Estado e nem todos os desempregados têm direito ao benefício.
As informações são da Dow Jones.
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