Os físicos russos da Universidade Politécnica Estatal de São Petersburgo publicaram um artigo na revista Geophysical Research Letters em que põem em questão a missão do novo veículo da NASA destinada à explorar Marte à procura de vida.

O veículo de exploração Curiosity deverá aterrar em agosto no planeta
vermelho. Ao contrário dos outros veículos, o Curiosity pode recolher
amostras de solo não só da superfície, mas também da camada superior do
subsolo marciano. Os especialistas da NASA esperam descobrir em Marte
moléculas orgânicas que provem a existência de vida no planeta.
No entanto, os cientistas russos, ao calcular o nível da radiação cósmica, chegaram à conclusão que, mesmo que se consiga descobrir vestígios de vida em Marte, estes estariam a uma profundidade da ordem dos 1,5 m, onde por enquanto é impossível chegar. Acima desse nível, o solo do planeta vermelho está literalmente queimado pela radiação.
Voz da Rússia
No entanto, os cientistas russos, ao calcular o nível da radiação cósmica, chegaram à conclusão que, mesmo que se consiga descobrir vestígios de vida em Marte, estes estariam a uma profundidade da ordem dos 1,5 m, onde por enquanto é impossível chegar. Acima desse nível, o solo do planeta vermelho está literalmente queimado pela radiação.
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